Um pouco de nada, em concreto, mas um pouco de tudo em particular.
domingo, 4 de janeiro de 2015
I CANT...
Desde que as pessoas (e não vou especificar) aprenderam a se queixarem, queixam-se por tudo (o que não se deviam queixar) e por nada (o que se deveriam queixar, mas não se queixam). No dia-a-dia devido á minha sede de conhecimento, leio muita coisa, de muita gente que aliás como eu, se utilizam destes espaços para se queixarem da vida: da mulher, da mulher-a-dias, do patrão, dos filhos dos colegas de trabalho e das instituições publicas, e das privadas, o que será perfeitamente normal, e sempre preferível a surtos psicóticos, o pior no meio disto tudo é quando as pessoas se queixam sem razão ou porque são burras ou porque não se sabem informar convenientemente e acham por alguma razão que as coisas têm de ser como elas entendem, ignorando o facto de que não entendem nada de nada. O facto de existir livro de reclamações em todos os serviços públicos e privados, não dá o direito ao consumidor, de ter sempre razão, o cliente não tem sempre razão, não, o cliente noventa por cento das vezes não tem razão porra nenhuma mas pensa que tem, porque pode reclamar! Numa determinada altura analisei queixas feitas em livros de reclamações, e entre o “top ten” das reclamações uma “parva” escreve que se encontrava num restaurante em Lisboa, depois de efectuar o seu pedido apercebeu-se que a cor das paredes lhe causavam afrontamentos e como tal não iria conseguir comer, isto no momento em que chega o seu pedido, e naturalmente, como o restaurante em questão não era da “puta ”da mãe dela, e não restituiu o dinheiro, a “porquinha” pediu o livro de reclamações… Esta caí no ridículo mas como esta existem muitas a frequentar os cafés, restaurantes, supermercados, e os cabeleireiros da vida… Enfim os Cabeleireiros… Haveria aqui assunto para semanas, uma das situações que mais me agravam são aquelas pindéricas mentirosas, que são capazes de jurar pelos filhos que …”eu nunca pintei o cabelo, não percebo porque que ficou assim, (quando se lhes pergunta, para que se possa efectuar um trabalho em conformidade, E NÃO, para saber a vida pessoal da pessoa em questão, se nunca pintou, ou se pinta com as tintas da loja do chinês, ou se mete a cabeça na sanita) – resposta a uma gaja destas: - Porque sua burra estúpida, agora tudo o que eu fiz no seu cabelo vou ter de repetir, porque sua burra estúpida, você não soube responder á pergunta básica, tem coloração no cabelo????? E em resultado da sua estupidez vou perder o triplo do tempo, se calhar não vai ficar perfeito, como eu gostaria como profissional que sou, e vou ter de lhe cobrar, porque eu não trabalho de graça, e não tenho um cabeleireiro “Low Cost”, com oferta de descontos na compra de certos e determinados “vouchers”. E sim, eu sei, sua porca de merda, que quando você sair por aquela porta vai relatar às porquinhas das suas amigas, assim como nas redes sociais e afins que: -Ai Meu Deus, fui ao cabeleireiro XXXXX, e quase ia ficando sem cabelo!
Não quero com isto dizer que já não tem sido mal atendida mas geralmente é por funcionários públicos seja nas Finanças, pois já devem estar exaustos de explicar 500000 vezes a mesma coisa a pessoas que também não querem compreender o que não será o meu caso, ou na Segurança Social porque e andam a ser ameaçados pelos utentes se não lhes for atribuído o Rendimento mínimo e entretanto os outros utentes, como eu, são atendidos a despachar, sim porque esta gente só compreende quando se lhes grita, pois quando se lhes fala, eles não ouvem, ou até nos postos de saúde, (pouca) “que se calhar devido ao facto de aturarem os mesmos velhos todos os dias da vida” se sentem revoltados e só depois de serem ameaçados é que entendem que estão no local de trabalho e como tal devem servir o utente com respeito que com respeito serão tratados. Isto á conclusão do quê?? as pessoas são estúpidas, não têm educação e não se respeitam e em vez de se queixarem do serviço que supostamente será público e como público que é, pertence-nos, NÃO, queixam-se do cabeleireiro, ou do senhor do café ou porque o funcionário do supermercado não trocou os preços,e não lhe abriu os sacos e arrumou as compras e lhe enfiou o dedo no rabo...(pessoas que tentam ganhar a vida a trabalhar…)
Como tal Pessoas, Seres humanos, fica a dica: Não sejam “mesquinhosos”, e RESPEITEM O TRABALHO DOS OUTROS!!!!! Porque um dia destes, á pala de bocas como essas podem ter o azar de ficarem sem dentes.
Observação: Não tenho por hábito falar mal, mas neste caso é completamente aplicável.
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