Um pouco de nada, em concreto, mas um pouco de tudo em particular.
domingo, 26 de outubro de 2014
Eternamente errada.
Sempre tive a mania, do que? não sei.
sempre achei que não presisava de ninguem, enganei-me.
sempre fui arrongante dessa maneira, afastei tudo de bom e algumas coisas más tambem, familia, amizades, tudo o que pensava eu, não me fazia falta.
Deixei a escola foi decisão minha exclusiva, porque, mais uma vez, eu já sabia tudo, não falo com ninguem, e não deixo que ninguém me fale a mim.
Sou de uma intolerância que roça a ignorância, a burriçe. Acho que as pessoas que não são de ferro como eu, que não suportam os grandes males e males menores, não "andamento" para nada na vida, e não consigo entender a sensibilidade, como uma virtude. Digo asneiras muitas (é visível esse facto ao ler estas palavras), acho que sempre as irei dizer. Sempre achei que a frontalidade e coerência eram o expoente máximo das qualidades . Trato com indiferencia o meu pai e por vezes a minha mãe (não os culpo pela minha estupidez, como é lógico).
Acho as pessoas ridiculas de um modo geral, e aquelas que se enalteçem sem motivos aparentes, em particular.
Vou tentar mudar??
pois... difícilmente, eu sei que estou completamente fora, mas vou-me prender ao facto de sempre me ter conhecido assim.
Agora falando a sério, dentro do possível, errei, errei muito com muita gente, mas principalmente comigo.
Se voltasse no tempo faria tudo diferente? Não, só não tinha deixado a escola, não por achar que teria feito diferença, mas porque perdi essa parte da vida, quando completei o 12º ano, á noite, até hoje tenho esses anos como os melhores anos da minha vida, se tivesse caido na real na altura certa... mas eu nunca fui muito "esperta".
Gosto de estudar genuinamente ao ponto de querer saber tudo ao mesmo tempo, e de me perder no meio de tanta informação, consumo tudo e mais alguma coisa. Este foi o meu arrependimento mór, o resto "It´s a work in progress". (odeio angliçismos, não sei se já tinha dito)
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